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Lifting temporal: a plástica sem cortes

Sem cortes e bem pouco invasivo. O lifting temporal ou Lifting SMAS (sistema músculo aponeurótico superficial) é indicado para quem tem alguma flacidez na face, com consequente queda das bochechas e perda do contorno das mandíbulas. A técnica suspende os musculares da face, por meio do implante de fios na região temporal. Assim há uma boa melhora da flacidez.

“O implante com os fios suspende a musculatura sem modificar os traços e a expressão do paciente”, diz a dermatologista Luciana Garbelini, de São Paulo. O lifting facial compreende as seguintes áreas: pálpebras, bochechas, linha da mandíbula, e pescoço”, diz a médica.

Como é a técnica

Utiliza-se um fio de sutura específico (nylon multifilamentar) apenas na região temporal.  O fio não passa pelo rosto – são apenas quatro pontos de entrada para a passagem do fio. Sem cortes, sem curativo e sem hematomas. A técnica é diferente da suspensão dérmica que é usada nos fios faciais. Esse método é um verdadeiro minilifting que reposiciona anatomicamente os tecidos. O procedimento é feito com anestesia local.

Resultados

Os resultados aparecem logo após o procedimento. Nos primeiros dias já se observa menos rugas e flacidez, arqueamento das sobrancelhas e redução de pele nas pálpebras superiores. Após o procedimento pode haver algum inchaço nas regiões tratadas, deve-se reduzir esforços físicos, mas não há impedimento de seguir com a rotina normal.

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Verão: como curtir sem deixar de se cuidar?

A dermatologista Luciana Garbelini explica como aproveitar a estação sem danificar a pele e cabelo

O segredo de qualquer resultado, principalmente quando o assunto é pele e cabelo, está na manutenção através de cuidados rotineiros. Se tratando do verão é possível destacar diversos danos que essa época causa tanto na derme quanto nos fios, tornam ainda mais importante se cuidar durante o ano todo para chegar na estação com pele e cabelos fortes. “Mas não adianta um ano de cuidados e durante esse período ser negligente. O verão é uma época em que naturalmente há uma exposição maior a fatores que sobrecarregam a saúde da pele e do cabelo, por isso os cuidados frequentes são importantes para aproveitar esse período com menos prejuízo. Não abandonar precauções mínimas durante a estação também é fundamental,” explica a dermatologista Luciana Garbelini, da Clínica Luciana Garbelini de São Paulo.

Aproveitar sem descuidar

Uma das grandes dúvidas com relação ao verão é sobre se bronzear. Sendo a época do ano com maior incidência solar, por mais cuidados que se tenha, momentos de exposição se tornando mais comuns e como consequência a pele acaba ficando mais bronzeada. “O certo seria não se expor ao sol com o objetivo de se bronzear, porém se mesmo assim a pessoa optar pela exposição existem algumas formas mais ‘responsáveis’ de alcançar a tão idealizada pele dourada.”

“A primeira é não trocar o protetor solar pelos bronzeadores ou abaixar o fator de proteção para menos de 30 FPS. Muito menos se expor ao sol sem nenhuma proteção, seja química ou física,” salienta Luciana. “Outro ponto importante de ser reforçado é que um bronzeado mais ‘saudável’ vem com o tempo, com alguns dias de exposições momentâneas e pontuais. Querer ficar com a pele dourada em apenas um dia de sol pode levar a queimaduras sérias.”

A médica aconselha ainda optar por se expor ao sol por períodos curtos, se hidratando e refrescando durante a exposição. E não deixar de reaplicar o protetor solar. “Se realmente a intenção for se expor aos raios solares dar preferência à horários onde o sol é um pouco mais fraco, ou seja, no máximo até às 10h da manhã e depois das 16h.”

Queimei! O que fazer?

A sensação de ardido e descamação são as consequências mais ‘leves’ que não levar o sol a sério pode causar. “Insolação e queimaduras de diversos graus são quadros comuns de serem vistos nessa época,” destaca a médica. Porém, apesar de consequências visíveis e breves, os reais danos são cumulativos e de fato serão perceptíveis ao longo do tempo. “Alguns prejuízos decorrentes da exposição solar contínua são: surgimento de manchas – que podem levar a predisposição a câncer de pele -, flacidez e envelhecimento precoce, pele desidratada, dentre outros problemas que a exposição solar de forma irresponsável pode causar.”

Assim, o primeiro passo é evitar situações de exposições desnecessárias e desprotegidas, mas se mesmo assim houver a queimadura os cuidados posteriores são importantes. “A primeira coisa é não se expor novamente ao sol. Essa pele já está danificada e precisa de ações que busquem sua renovação e recuperação, e não mais agressão. Produtos com ação pós-sol são interessantes para acalmar a derme e trazer alívio momentâneo, assim como o uso de água termal. Além disso, hidratação é fundamental nesse caso, dar preferência por manteigas corporais ou cremes densos, inclusive deixando uma camada mais grossa na região.”

Bronzeamentos alternativos

Atualmente o mercado apresenta diversas opções de produtos de bronzeamento artificial que permitem alcançar o resultado desejado sem a necessidade de exposição solar ou a ferramentas não regulamentas e até proibidas, como as máquinas de bronzeamento artificial. “O uso de bronzeadores artificiais – sejam os autobronzeadores ou bronzeamento a jato – funcionam a partir de uma reação química com substâncias presentes na pele, sendo uma alternativa segura para quem gosta que a pele fique mais dourada,” afirma a médica. “Além disso, estes itens têm como vantagem a viabilidade de uso mesmo se houver exposição solar, por exemplo, permitindo sua aplicação dias antes de uma ida à praia.”

Mas se tratando de autobronzeadores existem algumas recomendações importantes. “É interessante usar uma luva ou aplicador específico durante a utilização do produto. Além disso, é aconselhável hidratar as áreas mais ressecadas do corpo antes da aplicação, sendo interessante ainda a realização de uma esfoliação para deixar a pele mais uniforme. Também aplicar o autobronzeador mais próximo da hora de dormir ou em um momento que haja tempo para secagem. Evitar situações de suor, e nas extremidades optar por passar o ‘resto’ que ficou no aplicador, para alcançar um efeito suave e evitar possíveis manchas. Caso isso aconteça, as marcas não são permanentes. Esse tipo de produto tem ação superficial, sendo que as manchas só ficarão visíveis enquanto este estiver em ação na pele.”

Cabelos

Os fios também sofrem bastante com o verão. “Nessa hora óleos reparadores são ótimas opções. Umectação ajuda a proteger os fios do suor, e dos danos da combinação de sol, sal e cloro.” Luciana destaca ainda que outras opções são o uso de filtros solares próprios para o cabelo ou ao menos a aplicação de protetor térmico nos fios. “Deixar o cabelo mais preso, investir em máscaras potentes de hidratação e reconstrução e reforçar a proteção através de mecanismo físicos, como bonés e chapéus que cubram a cabeça como um todo, já fazem com que os fios fiquem mais protegidos enquanto se aproveita o verão.”

“Assim, a intenção é que seja uma época para curtir os dias de sol com responsabilidade, buscando conservar o que veio sendo feito ao longo do ano, prejudicando o menos possível pele e cabelo durante o verão. E seguir com os cuidados, passo simples e que faz total diferença, já que recuperar tudo que foi perdido é mais trabalhoso do que manter uma certa rotina de manutenção”, finaliza a médica.

Sobre a Dra. Luciana Garbelini

Dermatologista formada pela Universidade de Santo Amaro. Residência médica em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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Facetelling: o que seu rosto fala sobre você?

A dermatologista Luciana Garbelini fala sobre o uso dessa técnica de análise facial dentro do universo da dermatologia estética

Método geralmente associado e usado no universo da moda e do visagismo, o conceito de Facetelling também pode estar presente na medicina, mais especificamente implementado dentro da dermatologia. “O uso dessa técnica tem como objetivo individualizar ainda mais os tratamentos de correção, ajustes ou embelezamento voltados para o rosto, tornando-se um aliado na busca por uma beleza pessoal e autêntica. É como uma consultoria de imagem facial, porém voltada para aspectos estéticos e resoluções mais personalizadas e adequadas,” diz a dermatologista Luciana Garbelini.

Apesar de conceitualmente ser algo aplicável em diversos casos, se tratando da face o uso da técnica é ainda mais interessante na busca por resultados individualizados. “O rosto é uma das principais partes do corpo pela qual se tem contato com o outro. Por onde é possível se expressar e transmitir mensagens só por meio da comunicação visual, sem necessariamente precisar da linguagem verbal”, destaca a médica. “Toda imagem, seja ela uma paisagem, quadros, objetos, ou roupas passam uma ideia. Com o rosto não é diferente, esta parte do corpo consegue transmitir diversas informações,” frisa Luciana.

Por conta disso, e por meio de medidas e proporções é possível avaliar os traços faciais – formato das sobrancelhas, olhos, nariz e lábios, além da relação entre eles – e suas possíveis interpretações. Assim, buscando a melhor forma desses elementos estarem combinados dentro do que se quer comunicar ou transmitir. “A sua imagem é condizente com a mensagem que você quer transmitir? É possível ajustar isso usando o rosto como objeto de estudo”, explica a especialista.

O processo

Doutora Luciana conta que com esses dados em mãos é estabelecido junto ao paciente quais as intervenções mais adequadas para alcançar o equilíbrio entre imagem e mensagem. “Absolutamente tudo é personalizado e na medida certa, buscando naturalidade”.

Apesar de levar em conta os traços físicos do paciente, a médica destaca também a importância do profissional respeitar o gosto pessoal do cliente. “Conversamos e oriento sobre o que seria mais adequado. Mas também respeito caso o paciente não se sinta confiante em fazer algo por não acreditar que aquela intervenção combine com sua personalidade, mesmo que esteticamente e de acordo com a leitura facial fique interessante.” E completa: “Afinal, nós já percebemos que nem todas as pessoas ‘combinam’ com ângulos de mandíbulas exageradamente marcados, sobrancelhas hiper arqueadas e nariz arrebitado. Assim, também cabe ao médico destacar e explicar o motivo de uma possível contra indicação, mesmo que em um primeiro momento o paciente chegue certo do que quer mudar ou como quer fazer essas possíveis alterações.”

Além disso, a dermatologista destaca que o uso da técnica ainda é interessante como uma forma de perspectiva para o futuro. “Vemos como esse rosto se comportou até aqui e quais podem ser as projeções ou expectativas daqui para frente. Assim, fica até mais fácil fazer indicações certeiras de tratamentos a longo prazo,” finaliza a especialista.

Sobre Dra. Luciana Garbelini

Dermatologista Formada pela Universidade de Santo Amaro. Residência médica em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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Protocolos corporais que ajudam a recuperar o tempo perdido

A dermatologista Luciana Garbelini destaca combinações de tratamentos para cuidar do corpo

Com a pandemia, muita gente deixou de praticar exercícios físicos, mesmo depois da abertura de parques e academias. Por isso, para aqueles que desejam recuperar o tempo perdido e querem uma mãozinha, nada melhor do que contar com a ajuda de modernos tratamentos estéticos. A combinação de diferentes técnicas contribui para alcançar bons resultados. Para isso, a dermatologista Luciana Garbelini, da Clínica Luciana Garbelini, de São Paulo, sugere algumas associações de tratamentos para o corpo que são ótimos aliados dos exercícios.

Celulite e flacidez são queixas comuns. Segundo Luciana, esses quadros se tornaram mais frequentes no consultório. E para tratar esses problemas, a médica sugere o que ela chama de protocolo Gold. “O combo de tratamentos inclui o uso de bioestimulador de colágeno e hidroxiapatita de calcio.” A hidroxiapatita é um injetável biocompatível com o organismo que é totalmente absorvido pelo corpo. Estimula a produção de colágeno, o que melhora a qualidade da pele ao devolver a firmeza perdida. “Na técnica que realizo, por meio da cânula, faço um estímulo nas estruturas da pele antes da aplicação do produto, o que ajuda a produzir mais colágeno. Isso acontece, por causa de um trauma mecânico que vai impulsionar o corpo a produzir mais dessa substância”, explica. 

A doutora diz ainda que faz radiofrequência que também estimula a produção de colágeno e elastina, e drenagem linfática, dando um ‘plus’ na combinação. 

Outras opções

Se a intenção é fazer um protocolo corporal, mas de uma maneira ainda menos invasiva é possível optar pelo protocolo Silver. “A intenção é combinar sessões de radiofrequência e o de drenagem linfática”. 

Por fim, tem o combo Bronze. “Eu indicaria a drenagem linfática. Além de ser um momento relaxante, a drenagem ajuda com a retenção de líquidos e em alguns casos, com um número mínimo de sessão, já é possível conseguir resultados bem satisfatórios.” Luciana afirma ainda que o número de sessões de cada tratamento pode variar de acordo com o paciente.

Novidade promissora

De acordo com a dermatologista, existe um novo produto aprovado pela Food and Drug Administration (FDA), órgão regulatório de medicamentos dos Estados Unidos, que promete ser efetivo no tratamento contra celulite moderada ou grave. São realizadas injeções nos glúteos com uma substância chamada colagenase. Essa enzima libera as estruturas responsáveis por puxar a pele e formar os famosos ‘furinhos’. Com isso, é possível suavizar as marcas aparentes na superfície e melhorar o aspecto da celulite. A previsão é de que a novidade chegue ao Brasil a partir do segundo semestre deste ano.

Sobre a Dra. Luciana Garbelini

Dermatologista formada pela Universidade de Santo Amaro. Residência médica em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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Skincare capilar

A dermatologista Andrea Frange explica como estabelecer uma rotina de autocuidado para os fios

Skincare e rotina de autocuidado são termos que – em um primeiro momento – podem remeter a um assunto sobre pele. Mas assim como a derme, o cabelo também precisa de uma rotina de cuidados para se manter saudável e bonito. “É possível usar a mesma linha de raciocínio aplicada no skincare da pele quando se trata de cuidados com o cabelo,” explica a dermatologista e especialista em tricologia Andrea Frange, da Clínica Luciana Garbelini de São Paulo.

Além disso, a médica reforça que ter uma rotina de cuidados capilar ou pelo menos a consciência da sua importância, facilita a organização para que essa possa ser eficiente, seja nos resultados ou dentro dos afazeres diários. “Assim, é possível identificar os passos do skincare capilar que já fazem parte da rotina de cuidado com o cabelo e como acrescentar certas etapas para suprir todas as necessidades dos fios”. 

Limpeza e esfoliação

Se tratando de cabelo, a limpeza é o principal passo da rotina de autocuidado. E também a etapa que dá início a qualquer skincare. “Nesse caso, muito mais do que pensar no fio, é preciso começar os cuidados capilares pelo couro cabeludo. É lá que se encontram as principais necessidades do cabelo, e estas têm relação direta com a saúde do comprimento”. Além disso, por ser um local quente, úmido, e que acumula resíduos, a importância dessa etapa é ainda maior. “Assim, a limpeza precisa ser feita apenas no couro cabeludo, e o que escorrer do shampoo aplicado nessa área já é o suficiente para limpar o restante.”

A especialista ainda destaca que para essa área pode ser interessante, inclusive, fazer o uso da esfoliação, assim como se costuma fazer na pele. “Já é possível encontrar produtos específicos para o cabelo com essa finalidade. Mas também existe a possibilidade de fazer uma esfoliação caseira”, diz Andrea. “Separe um pouco do shampoo – podendo ser até um de limpeza profunda – e adicione um pouco de açúcar. Aplique a mistura, massageando em movimentos suaves, apenas o couro cabeludo. Não estender para o comprimento a aplicação, já que o atrito pode causar traumas no fio, inclusive gerando frizz. A prática, através das esferas, promove uma esfoliação física na região e como consequência a remoção de células mortas, o que leva a uma limpeza mais profunda do couro cabeludo”.

Hidratação e proteção

A parte da hidratação, de certo modo, fica por conta do próprio organismo. Mas existem práticas que podem ajudar nesse aspecto, ou então atrapalhar. “A pele do couro cabeludo funciona da mesma forma que a derme do restante do corpo. Se for limpa em excesso pode gerar efeito rebote e como consequência produção demasiada de sebo, deixando os fios mais propensos à oleosidade”. E aí especial atenção com o tipo de produto que está sendo utilizado durante a etapa da limpeza. “O uso de shampoos muito adstringentes precisa ser feito com cautela, assim como a aplicação de qualquer emoliente, como condicionador ou máscara, que não devem ser aplicados no couro cabeludo. Estes ficam responsáveis apenas pela hidratação do comprimento.” 

Ao mesmo tempo, deixar de lavar o cabelo ou criar intervalos longos entre uma lavagem e outra também pode comprometer as funções do couro. “O acúmulo de resíduos e oleosidade na região gera caspa, obstrui o folículo capilar, pode contribuir na queda e prejudicar o crescimento.” Doutora Andrea explica que seria interessante lavar os fios, geralmente, a cada dois dias. Mas isso depende da rotina e características de cada cabelo. “A prática de exercícios físicos, por exemplo, é algo que pode exigir adaptações nesse intervalo. Muitas pessoas sentem a necessidade de lavar os fios todos os dias após o treino.” Nesse caso, o interessante é complementar os cuidados, já que além dessa limpeza mais frequente o suor é composto por diversos sais que ressecam o fio. “Passar um óleo para proteger o cabelo antes do exercício ajuda na selando da haste, além de promover uma umectação no cabelo”.

Outro ponto importante a ser ressaltado é sobre a proteção dos fios. Muitos associam a aplicação dos protetores térmicos com o uso de algum aparelho com fonte de calor, mas também é preciso lembrar da ação do sol sobre o cabelo. “Assim como ao usar uma ferramenta a base de calor, o sol queima e danifica os fios. Por isso, é importante em momentos de muita exposição fazer o uso de proteção físicas – como boné – ou reforçar a proteção solar a partir de protetores térmicos mais densos, óleos e até utilizando protetores solares próprios para o cabelo”.

E o cronograma capilar?

Estabelecer uma certa rotina de cuidados capilares não deixa de ser um ‘cronograma capilar’, mas este está mais associado a cuidados intensos e pontuais, que buscam atender as diversas carências capilares. “O cronograma capilar é interessante como uma forma de se organizar para suprir a maior parte das necessidades do cabelo. E que talvez dentro de uma rotina mais prática são etapas que não conseguem estar presentes, ou até mesmo não precisam fazer parte dela. São reposições que podem ser eventuais, em um dia de Day Spa dos fios, por exemplo. Momento de aplicada uma máscara que precisa de um tempo maior para agir – como nutrição e reconstrução – , ou fazendo combinações de produtos na busca por potencializar certos efeitos”.

Tem mais

Existem os itens básicos – assim como em uma rotina de cuidados com a pele – que são fundamentais. E dentro do skincare capilar não é diferente. Por outro lado, ao falar de cabelo, o números itens ou passos extras que podem ser incluídos para incrementar ainda mais esses cuidados são diversos. “Tônicos, spray anti-frizz, cremes para pentear, geleias, entre outras diversas opções de produtos que o mercado capilar oferece como complementos para a rotina de cuidados. Porém, independente de toda a oferta, o importante é lembrar que assim como a pele, cada cabelo tem suas próprias necessidades e se adapta melhor com aplicação ou não de determinado produto. Perceber as necessidades do cabelo e fazer adaptações necessárias, testando diferentes opções, é o mais aconselhável”, indica a dermatologista. 

Sobre Dra. Luciana Garbelini

Dermatologista Formada pela Universidade de Santo Amaro. Residência médica em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro, Pós-graduada em cosmiatria e estética no Instituto Superior de Medicina. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Sobre Dra. Andrea Frange

Dermatologista Formada pela Universidade de Santo Amaro. Residência médica em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro. Especialização em Tricologia pelo Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.