Olheiras – Saiba como tratar e amenizá-las

Olheiras – Saiba como tratar e amenizá-las

O cansaço do isolamento social e do home office pode agravar as manchas escuras ao redor dos olhos. Veja como melhorar o problema

A rotina do home office, somada aos cuidados com a casa e o isolamento social, pode levar a um esgotamento que aparece na face, na forma de olheiras.

“Basicamente, as olheiras são manchas escuras localizadas nas pálpebras que aparecem em decorrência de vasinhos que se tornam visíveis abaixo da camada fina de pele. Para se ter uma ideia, a pele do restante do corpo pode vir a ter cerca de 2 milímetros de espessura, enquanto a pele da região dos olhos tem em média 0,5 milímetro. Por isso, essa área está mais favorável ao aparecimento de colorações escuras”, explica a dermatologista especialista em cosmiatria, Dra. Luciana Garbelini.

 Quais são os tipos de olheiras?

  • Olheiras profundas – são recorrentes em pessoas com o globo ocular naturalmente mais profundo, por questões genéticas, ou por perderem o preenchimento natural devido ao envelhecimento ou perda intensa de peso.
  • Olheiras vasculares – podem apresentar tons azulados, arroxeados ou avermelhadas e aparecem devido à má circulação do sangue depois de noites mal dormidas.
  • Olheiras pigmentares – geralmente são identificadas pelos tons amarronzados e são mais frequentes em pessoas com excesso de melanina ao redor dos olhos.
  • Olheiras mistas – este é o tipo mais comum entre as possíveis olheiras, que significa olheiras que possuem mais de uma causa e que, muitas vezes, estão associadas ao seu desenvolvimento, como genética, bolsas de gordura ou flacidez, acúmulos de vasos, entre outros.

 Como tratar as olheiras?

  • Máscaras hidratantes – “Máscaras para tratar a região dos olhos são ótimas apostas para amenizar o aspecto escuro das olheiras. Opte para as que oferecem ativos como extrato de aloe vera, pepino e ácido hialurônico”, sugere a especialista, que esclarece porque priorizar tais ingredientes, “quando combinados, esses componentes se tornam grandes aliados no combate às olheiras por hidratarem a região e aumentarem a oxigenação, evitando a hiperpigmentação e que a área fique mais escura.”
  • Compressas de água – Para suavizar as olheiras, Garbelini indica compressas de água fria. “A baixa temperatura das compressas provoca a vasoconsticção, que nada mais é do que a diminuição dos vasinhos pela redução de circulação do sangue na área sensível”, explica. Porém, Garbelini faz um alerta, “é importante não deixar a compressa muito gelada, já que, por ter a pele mais fina, a região pode queimar com mais facilidade.”
  • Dermocosméticos clareadores – “Algumas versões de dermocosméticos orgânicos possuem extrato de Erva Tostão e são as mais indicadas por conta da ação uniformizante e clareadora que agem em hiperpigmentações, atenuando o aspecto escurecido das pálpebras, além de promover a uniformização do tom da pele”, explica a dermatologista.
  • Massagens na região – “Massagear a região das pálpebras funciona como uma drenagem linfática e pode ajudar diminuir o edema da área”, pondera a dermatologista que dá o passo a passo. “Aplique um creme próprio para a região dos olhos e com o dedo anelar deslize com suavidade, do canto interno da pálpebra superior para o canto externo, fazendo uma leve pressão. Depois, repita o processo na parte inferior dos olhos. Para finalizar, dê leves batidinhas na região com a ponta dos dedos indicador e médio.”
Mês do Melanoma – Conheça mais sobre esse tipo de câncer

Mês do Melanoma – Conheça mais sobre esse tipo de câncer

Junho Preto: atenção à pele

No mês de conscientização sobre o melanoma, a dermatologista Luciana Garbelini explica mais sobre esse tipo de câncer

 

Os tumores cutâneos são os mais frequentes nos seres humanos e correspondem a cerca de 30% dos casos registrados de câncer. O melanoma está entre eles. De acordo com as estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, houve 6.260 novos casos de melanoma, no ano de 2019, sendo 2.920 em homens e 3.340 em mulheres. Para falar mais sobre o assunto e estimular a conscientização a respeito do tema a dermatologista Luciana Garbelini, da Clínica Luciana Garbelini de São Paulo esclarece algumas dúvidas relacionadas a um dos mais perigosos cânceres de pele.

 

A origem do melanoma se dá por uma alteração nos melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina na pele. “Pode surgir em áreas de pele normal ou em modificação de pintas já conhecidas”. Na maior parte das vezes, esse tipo de mutação atinge pessoas de pele clara. Em homens, surge mais frequentemente no tronco, e em mulheres, nas pernas. “Apesar de mais comuns em pessoas de pele clara, outros fototipos (ou outros tons) de pele também podem apresentar a doença,” explica doutora Luciana. Ela também destaca que os tumores podem aparecer em outras partes do corpo, como a região da palma das mãos, planta dos pés e até embaixo das unhas. E completa: “Existem melanomas em outras regiões, além da pele, que também apresentam pigmento melânico como na coróide nos olhos e no labirinto dos ouvidos.”

 

Os fatores de risco são diversos. Um deles é a questão genética: “A história familiar é importante, em torno de 10% tem um parente de primeiro grau acometido,” como explica a médica. O desenvolvimento da condição também pode ter relação com a faixa etária, já que melanomas são mais comuns em adultos, sendo o pico de incidência aos 50 anos. “Atinge uma faixa de idade que vai desde adultos jovens até pessoas muito idosas,” completa a dermatologista. Queimaduras solares na infância ou adolescência e exposição solar intensa sem proteção durante a vida adulta também podem contribuir para o aparecimento do melanoma. Além da presença de múltiplos nevos (pintas), como destaca a especialista: “Mais de 100 nevos no corpo ou nevos grandes.”

 

Apesar de estar associado com as células que produzem a pigmentação da pele, Dra. Luciana esclarece que o melanoma não necessariamente é escuro ou tem relação com uma pinta. “É caracteristicamente enegrecido por ser uma alteração da célula que produz o pigmento da pele (melanina), mas existem melanomas esbranquiçados ou avermelhados, que chamamos de amelanótico, ou seja, estes são ausentes de melanina. Ela explica que uma pinta normal é geralmente marrom ou preta, de coloração uniforme, chata ou levemente elevada em relação ao restante da pele. “Podem ser redondas ou ovais e costumam ser menores que aquela borracha na ponta de um lápis. É possível estar na pele já no nascimento ou aparecer depois, mas são estáveis, com mesmo tamanho, forma e cor por muitos anos, embora possam clarear nas pessoas idosas.”

 

Já as pintas preocupantes, de acordo com a médica, seguem uma regra ‘ABCDE’, ou seja, critérios usados para identificar possíveis melanomas. Assim temos: “Assimetria, quando a metade da pinta é diferente da outra parte. Também se as bordas são irregulares, com características dentadas, chanfradas e com sulcos. Coloração, se há mais de uma cor no mesmo nevo (pinta), com diferentes tons de marrom e preto e, às vezes, de vermelho, azul ou branco. Diâmetro de mais de 6 mm, embora médicos possam diagnosticar melanomas bem menores com um aparelho chamado dermatoscópio. E evolução, mudanças de tamanho, forma ou cor observadas ao longo do tempo.” A dermatologista completa: “Alguns melanomas fogem dessa descrição e o melhor é procurar um especialista se suspeitar de algo diferente.”

 

Ainda que de incidência baixa, o melanoma é um dos tumores mais agressivos. “Ele representa apenas 3% dos casos de câncer de pele no Brasil,” comenta. Ela ainda explica que se descoberto em seus estágios iniciais, o melanoma é quase sempre curável, mas completa: “Sua incidência vem aumentando ao longo dos anos.” Porém o perigo está se diagnosticado tardiamente, podendo se espalhar para outras partes do corpo em um processo de metástase. “Dados apontam para crescimento de novos casos de 10% quando comparado a 2016,” destaca Luciana.

Como forma de cuidado é importante evitar exposição solar sem medidas de proteção. Usar sempre filtros solares e até barreiras físicas como boné ou camisetas. E manter a vigilância da pele. “Tenha o hábito de observar regularmente a pele à procura de manchas suspeitas e pintas novas ou que se modificaram.” A médica ainda ressalta a importância de consultar um dermatologista pelo menos uma vez ao ano, para que seja feito um exame apropriado da pele e a possível identificação de alterações cutâneas. E finaliza: “Prevenção nunca é demais.”

Sobre Dra. Luciana Garbelini

Dermatologista Formada pela Universidade de Santo Amaro. Residência médica em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro, Pós-graduada em Estética Avançada no Instituto Superior de Medicina. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Mito ou verdade: o melasma pode piorar durante a quarentena?

Mito ou verdade: o melasma pode piorar durante a quarentena?

A quarentena pressupõe dias em casa e menor contato com o sol. Mas se engana quem pensa que doenças de pele como o melasma podem piorar apenas durante períodos consideráveis de exposição aos raios ultravioleta. Por isso, a dermatologista Luciana Garbelini, da Clínica Luciana Garbelini de São Paulo, explica mais sobre o quadro e ressalta algumas atitudes que levam a sua piora mesmo estando em casa ou em ambientes fechados.

Condição que afeta as mulheres com mais frequência, mas também pode ser visto em homens, o melasma é uma alteração da pigmentação da pele exposta ao sol que se caracteriza pelo surgimento de manchas acastanhadas. Essas marcas costumam acometer a face e geralmente aparecem na maçã do rosto, testa, buço ou queixo. Porém, a Dra.Luciana destaca que também pode haver ocorrência extrafacial, embora raro, com acometimento dos braços, pescoço e colo. “Outra característica além da coloração é que as manchas são simétricas”, acrescenta.

Não há uma causa definida para o melasma, como explica a dermatologista. “Muitas vezes esta condição está relacionada ao uso de anticoncepcionais hormonais, à gestação e, principalmente, à exposição solar.” Luciana também ressalta que o fator desencadeante mais prevalente é a exposição à luz ultravioleta (solar) e, até mesmo, à luz visível (lâmpadas, computador e celular). “A predisposição genética também influencia no surgimento do melasma, já que pelo menos 40% das mulheres relata outro familiar, mãe ou irmã, com a mesma condição”, comenta a médica.

Durante o período da quarentena e a mudança de rotina, é possível que muitas pessoas tenham alterado a disciplina de cuidados com a pele, tanto em relação ao uso dos tratamentos com cremes clareadores (diurnos e noturnos), como com o uso do protetor solar. Esta é uma das principais formas de cuidado quando se fala de melasma. Além do mais, o protetor cor de base tem proteção superior e pelo fato de estar em casa nem todos optam por essa escolha. “Deve ser repassado a cada quatro horas e em casa a maioria desconsidera essa necessidade.” Só esse pequeno cuidado já pode ajudar muito.

Dra. Luciana ainda aponta para pesquisas mais recentes sobre o tema que consideram que o estresse físico e emocional tenham influência em manifestações inflamatórias da pele como o melasma. “Sendo, nesse momento, um fator relevante a ser considerado”, explica a doutora.

Para que os sinais não piorem é importante o acompanhamento médico e durante esse período manter os cuidando e a mesma rotina de tratamento que estava em andamento. “Usar protetor solar com cor de base mesmo dentro de casa e repassar a cada três ou quatro horas. Evitar o sol e fontes de calor (forno ou fogão, sauna, banho muito quente). Não se arriscar em tratamentos caseiros e milagrosos,” finaliza.

 

Sobre Dra. Luciana Garbelini

Dermatologista Formada pela Universidade de Santo Amaro. Residência médica em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro, Pós-graduada em Estética Avançada no Instituto Superior de Medicina. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Protetor solar é seguro? Tudo o que você precisa saber sobre FPS

Protetor solar é seguro? Tudo o que você precisa saber sobre FPS

Filtro solar é realmente seguro? Quanto e como usar? Para quais tipos de pele? Essas e outras questões a toda hora vêm à tona, especialmente nesta época de verão. E há motivos para tantos questionamentos. “Há sempre novos estudos e novidades relacionados ao protetor solar”, diz a dermatologista Luciana Garbelini. De fato, a evolução do protetor solar é constante.  O primeiro foi criado na década de 1940 por um farmacêutico australiano chamado Benjamin Greene ainda de forma caseira.  Por volta de 1950 o primeiro filtro foi vendido em farmácias. Mas o FPS só se popularizou nos anos 1970 e chegou ao Brasil em 1984. Hoje, há uma variedade enorme nas prateleiras, com cores, texturas e FPS diferentes. A médica responde aqui 5 dúvidas comuns em relação ao FPS:

 

O filtro solar é seguro?

Recentemente, o FDA alertou sobre 12 compostos que devem ser evitados em protetor solares, visto que não existem estudos suficientes sobre sua biossegurança. Sabe-se que a oxibenzona apresenta reação alérgica e irritação, algumas outras substâncias químicas, como o metoxicinamato de octila e octissalato foram relacionadas a alterações endócrinas. Mas isso não significa que não seja seguro – para o FDA, não há informações suficientes para dar um aval. No Brasil, há uma rígida legislação da ANVISA em relação às substâncias permitidas e as concentrações máximas nos filtros solares. Essa determinação se baseia em estudos de risco toxicológico, sensibilização, absorção, irritação e mutagenicidade. Até o momento, não há evidências que os componentes estudados, nas quantidades recomendadas, levem a algum risco especí­fico para a saúde.

 

Há uso excessivo de protetor solar? Ou seja, há pessoas que usam mais proteção do que de fato necessitam?

O maior erro de quem usa protetor solar está na quantidade de filtro aplicada: a maioria das pessoas usa menos do que deveria. O Consenso Brasileiro de Fotoproteção, documento assinado pelos conselhos de dermatologistas do país, criou em 2013 a “regra da colher de chá”, que determina a proporção ideal de fotoprotetor para cada parte do corpo. “Rosto, cabeça e pescoço devem receber uma colher de chá de filtro solar cada um. Tronco e costas, duas colheres de chá cada”, diz a Dra Luciana Garbelini.

 

Há ainda o consenso de que o melhor é começar pelo FPS 30? Mesmo peles morenas?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o Fator de Proteção Solar (FPS) mais indicado para a população brasileira é de no mínimo 30.

 

Quem tem pele clara, com tendências a manchas, sardas, o que podem fazer para melhor proteção?

As medidas de proteção devem ser realizadas diariamente, mesmo que o dia esteja nublado ou chuvoso. A pigmentação pode ocorrer também com a luz visível, por isso, deve-se associar à fotoproteção filtros físicos. Outra medida importante é a reaplicação do filtro solar, para manter a proteção adequada durante todo o dia e a roupas, chapéus, bonés, óculos escuros, sombrinhas e guarda-sóis. Toda a medida que evite a exposição solar da região acometida deve ser estimulada.

 

Protetores orais são bons? Para quem?

Os fotoprotetores orais são ativos antioxidantes (vitamina C, vitamina E, carotenóides, polifenóis, extrato de Polipodium leucotomus, entre outros) reduzindo o dano celular gerado pela radiação solar, neutralizando radicais livres. Indicados como coadjuvantes na prevenção de manchas induzidas pelo sol. No entanto, não são substitutos dos protetores tópicos, são compostos complementares de fotoproteção, não existem evidências de que essas substâncias evitam a penetração da radiação ultravioleta na pele.

 

Qual o protetor solar ideal para cada tipo de pele?

Para peles secas, filtros com ação hidratante e/ou associados a vitamina E são super adequados. Para pele oleosa, indispensável os filtros com acabamento em “toque seco” associados à ativos que controlam a produção de sebo na pele, como a sílica, por exemplo. Para peles mistas, filtros fluídos com textura mais leve, como sérum, gel ou loção. “Importante lembrar que a maioria dos protetores é adaptada para pele mista e oleosa, o tipo de pele predominante na população brasileira”, finaliza a médica.

 

Sobre Dra. Luciana Garbelini

Dermatologista Formada pela Universidade de Santo Amaro. Residência médica em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro, Pós-graduada em Estética Avançada no Instituto Superior de Medicina. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Russian Lip Technique – A nova técnica de preenchimento labial

Russian Lip Technique – A nova técnica de preenchimento labial

Lábios bonitos e bem desenhados são cada vez mais desejados. De acordo com a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS), mais de 30.000 americanos fizeram tratamento para aumentar os lábios em 2018, o que significa mais de um a cada 20 minutos. Esse valor representa um aumento no número de procedimentos em 4%, quando comparado ao ano anterior, e um crescimento de 66% em relação a 2000.

Em uma época em que as mudanças culturais são impulsionadas pelas mídias sociais, o conceito em torno de preenchimento labial mudou. Hoje, há uma aceitação maior e uma consequente popularização. Não é de se surpreender que hashtags como #lipfillers gerem 1.2 milhão de resultados no Instagram. Além disso, no passado, o procedimento tinha algumas limitações. Muitas vezes, ao serem preenchidos, os lábios ficavam artificiais por falta de produtos e técnicas adequadas. No entanto, com o foco cada vez maior em lábios bonitos e naturais, a indústria dermatológica trouxe inovações, oferecendo produtos mais adequados à região e, combinadas a isso, técnicas de aplicação vêm sendo aperfeiçoadas. Uma, em especial, vem se destacando: a Russian Lip Technique.

De acordo com a dermatologista Luciana Garbelini, de São Paulo, a técnica utiliza gotículas de ácido hialurônico, que são rigorosamente arquitetadas em traves de sustentação da boca e distribuídas milimetricamente entre elas. “Os pontos de aplicação são definidos de acordo com a anatomia e o desejo de cada um. O objetivo não é dar um volume exagerado ao lábio, e sim deixá-lo com um contorno bonito e proporcional ao rosto, reforçando a sua estrutura anatômica. Assim, o arco do cupido (parte superior e central) é realçado e o vermelhão (corpo do lábio) é evertido”, explica a médica.

Dra.Luciana diz ainda que o ácido hialurônico utilizado na técnica tem menor capacidade de volumizar e é mais resistente, ou seja, possui maior propensão em resistir às deformações durante o movimento muscular. O resultado é o embelezamento da área, com efeito discreto e acabamento uniforme, evitando aquele aspecto de lábio plastificado, o famoso “bico de pato”. “A técnica é indicada para pessoas que desejam um ‘pump’ discreto ou até mesmo lábios mais cheios, sem aparência de que foram preenchidos. O tempo de duração é, em média, de 12 a 18 meses”.


Sobre Dra. Luciana Garbelini

Dermatologista Formada pela Universidade de Santo Amaro. Residência médica em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro, Pós-graduada em Estética Avançada no Instituto Superior de Medicina. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.